A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que está investigando um caso suspeito de mpox, envolvendo uma mulher residente no município. Embora descoberta em macacos em 1958, o surto atual humano é transmitido entre pessoas, e não por animais. O termo “mpox” foi adotado pela OMS para reduzir o estigma, já que a doença anteriormente era chamada de “varíola dos macacos”.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, desde a notificação do possível caso registrado na Capital, todas as providências cabíveis foram adotadas de forma imediata, conforme os protocolos de vigilância em saúde. A paciente encontra-se em acompanhamento pelas equipes técnicas da Saúde, e o caso segue em processo de investigação epidemiológica, com coleta de informações clínicas e exames laboratoriais para confirmação ou descarte do diagnóstico.
A mpox é uma doença viral que pode causar sintomas como lesões na pele, febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço e aumento dos gânglios, e que a transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões, secreções corporais ou objetos contaminados, além de contato próximo e prolongado com pessoas infectadas.
A Secretaria reforça que não há motivo para pânico e destaca que o município dispõe de fluxo assistencial e equipes capacitadas para o atendimento, monitoramento e orientação de casos suspeitos.
A orientação à população é que qualquer pessoa que apresente sintomas suspeitos procure imediatamente a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima ou um serviço de saúde, para avaliação médica e orientações adequadas. A identificação precoce é fundamental para o cuidado do paciente e para a prevenção da transmissão.
Mpox é uma doença viral contagiosa, zoonótica (transmitida de animais para humanos e entre humanos) causada pelo vírus mpox. Caracteriza-se por febre, dores no corpo, fraqueza, gânglios inchados e erupções cutâneas que evoluem para feridas e cascas. A transmissão ocorre por contato direto com lesões, fluidos corporais ou materiais contaminados.
Veja os detalhes cruciais sobre a doença:
Sintomas: Os sinais geralmente aparecem de 3 a 21 dias após a exposição, incluindo febre, dores musculares, gânglios linfáticos aumentados (ínguas) e lesões na pele que surgem no rosto, mãos e pés, podendo se espalhar.
Transmissão: A principal forma de contágio é o contato próximo e direto (pele com pele, relações sexuais) com lesões, secreções respiratórias e objetos contaminados (roupas, toalhas).
Gravidade: A doença costuma ser leve e autolimitada, com cura espontânea em algumas semanas. No entanto, casos graves podem ocorrer, especialmente em grupos de risco.
Diagnóstico e Prevenção: O diagnóstico é confirmado por testes de PCR. A prevenção envolve evitar contato direto com infectados e uso de preservativo.
Em 2026, novas variantes e casos foram registrados, exigindo vigilância, mas sem evidências de uma epidemia generalizada até o momento.

