T**ião Maia, O Aquiri**
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Foi sepultada na tarde de sábado (2/8), no Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco ( AC), a escrivã de Polícia Civil aposentada Maria Cosma Rodrigues. Ela faleceu na noite de sexta-feira (1/8), em casa, no mento em que, evangélica, fazia orações em gratidão pelo aniversário do neto. Ao que tudo indica, foi infarto. Ela tinha 66 anos de idade.
“Foi assim, de repente, enquanto orava em gratidão ao aniversário do neto.
Ela trabalhou comigo por muitos anos. Delegacia da Mulher, Delegacia de atendimento ao adolescente infrator, Segunda Regional, no Segundo Distrito, Terceira Regional, na Ladeira do Bola Preta e Quinta Regional , no Adalberto Sena”, revelou a delegada de Polícia Civil aposentada Wânia Lilia Maia Viana”, amiga pessoal da falecida. “Ela, antes da entrada da nossa turma de delegados em 1994, atuou por muito tempo como delegada de polícia (anteriormente os delegados eram nomeados entre escrivães e agentes de polícia, por portaria).
Cosma era muito competente e humana. Quando voltou a atuar como escrivã, laborou com alguns delegados, sempre dando o melhor de si. E eu tive a honra de tê-la ao meu lado, como escrivã e amiga.
Ela retardou o pedido da aposentadoria por um ou dois anos, para não me deixar só. O número de escrivães era reduzido e não tinha quem a substituísse”, acrescentou a amiga.
Wânia Lilia também lembrou das parcerias de trabalho só lado da amiga. ” Quantas Expoacre, carnavais trabalhamos juntas, blitz/operações pela cidade… Exumação de cadáver. Quantas noites acordadas, vendo o dia nascer, com uma xícara de café, um bico de pão manual… ao tempo em que trabalhávamos nas máquinas de escrever ou computador… “, lembrou.
De acordo com a delegada aposentada, nem mesmo com a aposentadoria de ambas as afastou.
“A aposentadoria não nos afastou. Era parte da minha família. Dia 01.05.25 foi o último dia que nos falamos pelo WhatsApp”, afirmou a delegada.
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**Maria Coma teve uma vida inteira dedicada à Polícia Civil**
“Minha amiga, você vai fazer muita falta! Era minha conselheira , confidente e orava por minha vida e dos meus. Você é parte da história da Polícia Civil do Acre. Vá em paz, descanse em paz, ao lado do nosso Deus a quem você serviu! Palalavras nunca serão suficientes para expressar minha gratidão por tudo e meu pesar por tua partida. Que Deus dê conforto a tua mãe, filhos, netos e demais familiares. Nunca imaginei que um dia teria que escrever falando que você partiu”, disse Wânia.

