Tião Maia, O Aquiri ****
**O** governador Gladson Cameli participou, nesta quarta-feira (23/7), do encerramento das celebrações do Festival Atsa Puyanawa nas aldeias Barão e Ipiranga, em Mâncio Lima, no Vale do Juruá. Durante todo o festival, exaltaram a mandioca, tubérculo chamado pelos indígenas de macaxeira, como símbolo de sustento e tradição de seu povo, base da economia e elemento cultural da etnia.
O governador fez questão de participar do o encerramento do evento entre os indígenas, um povo que ele conhece desde a adolescência, muito antes de entrar para a política, como morador de Cruzeiro do Sul e visitante constante de Mâncio Lima, em cuja zona rural está situada a Aldeia do Barão. O Festival foi realizado entre os dias 18 e 23, e ee atraiu pelo menos duas mil pessoas, entre visitantes, turistas e convidados, que fizeram questão de prestigiar a pluralidade da cultura Puyanawa, como a culinária desenvolvida a partir de conhecimentos milenares, de crenças e hábitos.
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**Governador Gladson Cameli exlta a cultura ancestral dos povos tradicionais**
Ao falar sobre o evento, o governador destacou que “cuidar dos povos indígenas é, acima de tudo, colocar as pessoas como prioridade, pois o cuidado com a floresta, com a cultura e com a vida está diretamente ligado ao bem-estar coletivo”.
– Cuidar dos povos originários e acima de tudo cuidar em especial das pessoas. Nosso governo entende e reafirma o compromisso com a cultura indígena presente no nosso Acre, nossa integração só fortalece toda a sociedade acreana, e estar aqui neste festival é sinônimo de alegria e satisfação. Sem dúvidas, esse festival é um marco no calendário acreano – destacou o governador.
Para Gladson Cameli, o evento representou a valorização da cultura indígena e também o compromisso do Estado com a preservação ambiental e o respeito aos saberes ancestrais. “O festival Atsa mostra que é possível aliar tradição, cultura e sustentabilidade em um só lugar”, disse.
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**Joel Puyanawa diz que presença do governador no Festival de seu povo mostra compromisso do Estado com a cultura indígena**
Ao lado do governador, o cacique da aldeia, Joel Puyanawa, destacou que o festival também é um ato de resistência e afirmação dos direitos indígenas, além de espaço para diálogo com o poder público.
– Estamos hoje encerrando a programação do nosso festival. Como cacique desse povo me sinto feliz por esse festival ter alcançado as expectativas. Muitas pessoas passaram por aqui entre elas visitantes, pessoas vindas de outros países, políticos e demais apreciadores. Nosso espaço, além de evidenciar nossa cultura, adapta nossa culinária, artesanato, pinturas corporais e nossas tradições, ele é um ambiente aberto ao diálogo, às parcerias e integração de poderes – afirmou o cacique.
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Governador Gladson Cameli se deixa pintar com as tintas naturais e ancestrais do povo indígena
Além do governador, estiveram presentes ao evento, o prefeito de Mâncio Lima, Zé Luiz, secretários, deputados, parceiros que atuaram na organização do festival, empresários e lideranças locais. O secretário de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), Marcelo Messias, enfatizou o apoio às causas indígenas.
– O etnoturismo é um importante atrativo turístico do Acre. Sem dúvida, é o segmento mais forte que possuímos fora do nosso Estado. Os povos indígenas, em particular, são referência dentro do etnoturismo. São eles, geralmente, que participam de nossas feiras quando apresentamos esse segmento em outros estados. E, mais uma vez, estamos aqui, participando de mais um festival – afirmou.
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Secretáriuo Marcelo turismo fala da importância para o Acre do turismo etnoambiental

