Tião Maia
A ministra do Meio Ambiente e deputada federal pelo Rede de São Paulo, Marina Silva, comemorou, em suas redes sociais, nesta segunda-feira (/2), eleição do novo presidente de Portugal António José Seguro, do Partido Socialista, no ´pulktimo domingo (8/2). Segundo a acreana Marina Silva, o político português de esquerda “venceu a eleição presidencial em Portugal, numa conquista significativa diante do candidato da extrema-direita, André Ventura”.
De acordo com Marina Silva, “mais do que uma vitória pessoal, foi um sinal claro de que a maioria dos portugueses reafirma o compromisso com a democracia e com valores democráticos diante do avanço da extrema-direita em várias partes da Europa”; A volta – ela acrescenta – de uma liderança progressista como chefe de Estado português reforça a importância dessa escolha não apenas para Portugal, mas como sinalização de fé na democracia e na inclusão para toda a Europa.

Segundo a ministra, a vitória dos socialistas em Portugal, “ao mesmo tempo, a defesa do meio ambiente e da justiça climática tem de continuar sendo uma prioridade de todas as forças democráticas. Dentro da social-democracia europeia, há apoio claro a metas climáticas ambiciosas, à transição energética justa e a modelos de desenvolvimento sustentável que conectem proteção ambiental a políticas sociais amplas. Essa visão será essencial para responder à crise climática com equidade e responsabilidade, fortalecendo não apenas a democracia, mas também a resiliência do nosso planeta no século XXI”, disse Marina Silva.António José Seguro, do Partido Socialista, venceu a eleição presidencial em Portugal, numa conquista significativa diante do candidato da extrema-direita, André Ventura. Mais do que uma vitória pessoal, foi um sinal claro de que a maioria dos portugueses reafirma o compromisso com a democracia e com valores democráticos diante do avanço da extrema-direita em várias partes da Europa.
A volta de uma liderança progressista como chefe de Estado português reforça a importância dessa escolha não apenas para Portugal, mas como sinalização de fé na democracia e na inclusão para toda a Europa.
Ao mesmo tempo, a defesa do meio ambiente e da justiça climática tem de continuar sendo uma prioridade de todas as forças democráticas. Dentro da social-democracia europeia, há apoio claro a metas climáticas ambiciosas, à transição energética justa e a modelos de desenvolvimento sustentável que conectem proteção ambiental a políticas sociais amplas. Essa visão será essencial para responder à crise climática com equidade e responsabilidade, fortalecendo não apenas a democracia, mas também a resiliência do nosso planeta no século XXI.

