Com seca no rio Acre, Defesa Civil começa programa de abastecimento de água potável com caminhões pipas

Da Redação

Com a diminuição do volume de água do rio Acre, a principal fonte de captação do produto para o abastecimento da população da Capital Rio Branco, a Defesa Civil Municipal retomou, nesta semana, o abastecimento com caminhões pipas em áreas da zona rural do entorno da cidade. De acordo com o coronel Cláudio Falcão, coordenador da Defesa Civil, no período de estiagem deste ano, que vai até dezembro, a operação atendoe/rá pelo menos 42 comunidades e se estenderá até o final do ano.

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O rio Acre já vive novamente um momento crítico, registrando uma das menores marcas de de lâmina de água dos últimos 11 anos. Nas últimas medições, registrava 1 metro e 88 centímetros, registrada em 2016, o que aponta para uma seca severa até o final de 2025.

A operação de abastecimento às comunidades rurais, chamada de operação estiagem, ocorre todos os anos. Neste ano, a primeira comunidade a receber o programa foi a do Panorama, localizada na chamada parte alta da Capital. “Estamos começando esta operação justamente porque já se tem e comunidades desabastecidas de água para consumo humano. A água que fornecemos é própria para o consumo humano e assim evitamos que as pessoas usem águas inpróprias e prejudiquem a sua saúde. O foco da operação é aumentar a quantidade de comunidades atendidas no ano passado. Entre 5 a 6 mil famílias serão beneficiadas, totalizando aproximadamente 25 mil pessoas. A operação vai percorrer locais com até 100 km de distância”, disse o coronel Falcão.

Com foco na zona rural, ao todo cerca de 42 comunidades serão atendidas. “É um trabalho árduo, que é diário, com dificuldades, mas a Defesa Civil faz isso com muito zelo, com muito carinho, porque a gente precisa socorrer as vítimas da seca. A previsão é que o programa se estenda até dezembro deste ano. As comunidades serão atendidas no formato de rotatividade, com foco em alguns locais prioritários. Nós pretendemos levar ela até o dia 15 ou mais de dezembro”, disse o coordenador da Defesa Civil.

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