Tribunal do crime esquarteja indígena e distribui vídeos da execução

****Tião Maia, O Aquiri****

Um vídeo [d******eixamos de exibi-lo pelo horror das imagens]****** publicado em redes sociais mostra a execução de um homem, posteriormente identificado como indígena, pelo tribunal do crime de facções que agem na região de Marechal Taumathurgo, município do Vale do Acre, onde aconteceu o crime, choca a todos, inclusive a Polícia Civil, que está investigando o caso, pele atrevimento dos executores ao agirem, com o rosto descoberto e pela violência empregada contra vítima. Nas imagens, a vítima tem os braços decepados, o coração extirpado do peito e morre sob tortura, tiros e facadas. Depois o corpo é enterrado nuam cova rasa. Peklo menos quatro homens participam da execução.
A Polícia Civil em Cruzeiro do Sul, onde o vídeo foi analisado, identificou os autores do crime e chegou ao nome da vítima, Francisco Fernando Arara, indígena Arara, que vive na região de Marechal Taumathurgo. A secretaria extraordinária dos Povos Indígenas do Acre, Francisca Arara, responsável por desenvolver e implementar políticas públicas para promover e proteger os direitos dos povos indígenas no Estado, é liderada por Francisca Arara, primeira mulher indígena a ocupar o cargo de Secretária de Estado no Acre, Ela não se pronunciou sobre o assunto.
O delegado de Polícia Civil Marcelo Laurentino, que responde pelo município de Marechal Tuamthurgo, disse que algumas pessoas já foram presas pela autoria da execução. “O vídeo demonstra a brutalidade com que a vítima foi assassinada. Estamos realizando diligência desde o final de semana. Familiares da vítima foram ouvidas na delegacia e reconheceram o morto como sendo a pessoa de Francisco Fernando, que tinha 22 anos, tinha algumas passagens pela polícia e era usuário de drogas. Ele foi morto e enterrado na comunidade de Borges, lá em Marechal-Taumathurgo”, disse o delegado. “Policiais civis se dirigiram à localidade, fizeram o trabalho de perícia e entregaram o corpo a seus familiares. O local já tinha sido identificado previamente pela Polícia Civil, Polícia Militar, que localizar a cova”, acrescentou o delegado.
De acordo com a Polícia, a vítima pertenceria a outra facção rival ao CV (Comando Vvermelho), o PCC. “Na coleta de informações descobrimos que ele já foi preso e passou um período no presídio e, quando solto, vivia falando que era do era do PCC. Na consulta prévia à vida pregressa dele, descobrimos que ele tinha um homicídio cometido lá em Rondônia, e respondia também com recepção, e dois furtos qualificados praticados neste município de Cruzeiro do Sul, no mês de maio e dezembro do ano passado, onde ele foi preso, atuado em flagrante, e ficou preso até a cerca de três meses”, formou o delegado.

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