Bittar propõe em vídeo que povo brasileiro reaja à tornozeleira em Bolsonaro

Tião Maia, O Aquiri

O senador Márcio Bittar (UB0AC), um dos principais aliados do ex-presidenete Jair Bolsonaro no Senado da República, sobre da imposição das medidas restritivas ao -ex-chefe do Executivo brasileiro quando se encontrava no Acre, se preparando para pegar um avião rumo a Feijó, município a partir do qual deverá visitas os vales do Envira, Tarauacá e do Juruá. Antes de embarcar para uma viagem que se estenderá até terça ou quarta-feira da semana que vem, o parlamentou gravou um vídeo para suas redes sociais no qual diz, entre outras coisas, “que o Brasil já não é uma democracia — é uma tirania disfarçada”.

“O que aconteceu hoje é só mais uma prova de que Moraes e Lula estão avançando sem freios”, disse Bittar sobre a Operção da Polícia Federal na casa de Bolsonaro e na sede do PL, em Brasília. “Estão dobrando a aposta, desafiando o povo, humilhando a Constituição e testando até onde podem ir. Ou reagimos agora — com coragem e honra — ou seremos cúmplices da destruição do Brasil”, exortou.
Márcio Bittar que, a partir do uso da tornozeleira e outras restrições, Jair Bolsonaro já não pode mais falar com o Eduardo Bolsoanro, o deputado federal licenciado, o filho que ele chama de 02 que vive nos Estados Unidos. “Já não pode mais usar suas redes sociais colocaram tornozeleira eletrônica do presidente Bolsonaro e ele só pode sair de casa da 7 da manhã 7 da noite a noite e nos feriados não pode ter um fim de semana, não pode mais circular. Está preso por um crime que não cometeu”, disse o senador.

Segundo ele, essa é uma prática dos regimes comunistas. “É que o faz os regimes da Venezuela, de Cuba. Messes lugares, eles atacam opositores, eliminam opositores e tiram do processo eleitoral àqueles que podem vencê-los. A mesma coisa que estão fazendo no Brasil. Só resta uma saída: pedir a Deus o conforto e a esperança para manter no nosso coração a chama acesa de que, apesar de toda dificuldade, a verdade ainda vai prevalecer”, afirmou.

“Quero manifestar o meu mais irrestrito e total apoio ao presidente Bolsonaro porque nenhuma pessoa no Brasil nunca foi tão perseguição quanto ele. É perseguido porque ama o Brasil, porque defende a liberdade, porque tem coragem de ir à rua para dizer que aquelas pessoas que estão presas, processadas e condenadas a 14, 17 anos de cadeia estão condenadas por um crime que não cometeram. E o Brasil que se cala é um Brasil covarde. O meu Brasil é o Brasil que quer liberdade, que não vai se calar e que vai lutar até o fim para que o Brasil retome o caminho da normalidade. Que Deus nos proteja”,

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