**Tião Maia, O Aquiri**
Em meio ao fogo cruzado na guerra de versões sobre a crise conjugal no casamento de seus pais, os deputados Silas Câmara (Republicanos-AM) e Antônia Lucia (Republicanos-AC), Gabriela Câmara, que vem a ser presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteacre), veio à púbico e tomou partido na confusão. Ela ficou ao lado do pai e apontou que sua mãe tem problemas mentais e não quer se tratar. “Ela não quer ajuda”, disse.
Nas redes sociais, a executiva do Governo do Acre fez um comentário sobre o assunto que logo se espalhou. “Ela está sofrendo com problemas psicológicos e precisa de ajuda, porém não aceita ajuda de ninguém e não quer ser acompanhada por ninguém”, disse.
Gabriela já havia saído em defesa do pai em outro momento, mas foi atacada por Antônia Lúcia, que escreveu: “Ela trai igual ao pai”.
Anteriormente, no ano passado, mãe e filha ganharam as manchetes dos jornais e portais de notícias. A filha chegou a denunciar que a deputada havia sequestrado seus netos, e a deputada, por sua vez, rebateu às acusações, dizendo que havia retirado as crianças do convívio com a mãe por suspeitar de abusos sexuais em relação às crianças por parte do padrasto, marido de Gabriel. Baixaria pura entre mãe filha.
Na época, em uma publicação no Instagram, Gabriela denunciou que estava impossibilitada de ver suas filhas desde o início do ano devido ao “ciúme possessivo de sua mãe”, que mantém as crianças em cárcere privado. A postagem ocorreu após a parlamentar fazer novas acusações contra o genro e o deputado estadual Manoel Moraes, pai de Cristian Moraes, marido de Gabriela. A deputada voltou a acusar o genro de envolvimento em casos de abuso sexual e violência contra as crianças e que seu pai deputado estaria apoiando as práticas.
“Não queria expor a intimidade da minha família, mesmo porque sei dos problemas psicológicos quem nos ataca. Essa situação parte de uma pessoa desequilibrada que faz o uso de elevadas doses de medicamentos psicotrópicos. Em verdade, toda essa história fantasiosa busca esconder apenas uma situação: o sequestro de minhas filhas”, afirmou Gabriel, na época.

